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Tire um momento para a leitura diária escolhida pelos nossos editores da Adriana Chiari Magazine
Menstruação recebeu a atenção no Oscar.
Bem, bem, parece que o Oscar sem anfitrião veio tocar. A cerimônia de 2019 acabou de entregar o que poderia ser um Oscar primeiro: um discurso de aceitação dedicado a ninguém menos que os períodos menstruais! Período. Fim da sentença Acabei de ganhar o Oscar de Melhor Documentário Curto. "Eu não estou chorando porque estou menstruada ou qualquer outra coisa", disse o diretor Rayka Zehtabchi. "Eu não posso acreditar que um filme sobre a menstruação acabou de ganhar um Oscar", continuou ela. Zehtabchi (que tem 25 anos) dividiu o palco com a produtora Melissa Berton e o resto da equipe do Período. Período conta a história de mulheres na Índia rural lutando por igualdade menstrual, em um lugar onde os períodos ainda enfrentam um estigma intenso. O doc fala sobre a operação de fabricação de pads das mulheres. É uma história muito boa por uma boa causa. Tenha acesso ilimitado ao Abutre e tudo mais em Nova York. SABER MAIS " Na plateia, Melissa McCarthy e Richard E. Grant também pareciam entusiasmados com a vitória do short. Quem disse que os discursos de “obrigado” deveriam ser cancelados era apenas de propriedade. O empoderamento das mulheres se elevou. Períodos receberam a atenção que mereciam. Foi uma win-win-win-win. Assista ao discurso de aceitação completa abaixo. TAGS: PERCURSOS DE MENSTRUÇÃO DA ESTAÇÃO OSCARS 2019 AWARDS MAIS 1 COMENTÁRIO
VOCÊ CONHECE A PEDAGOGIA WALDORF?
VOCÊ CONHECE A PEDAGOGIA WALDORF?
“Se a criança é capaz de se entregar por inteiro ao mundo ao seu redor em sua brincadeira, então em sua vida adulta será capaz de se dedicar com confiança e força a serviço do mundo”
A frase acima é do educador austríaco Rudolf Steiner que, aliando ensino e espiritualidade, introduziu a Pedagogia Waldorf em 1919, na Alemanha. No Brasil, a primeira escola foi fundada em 1956 e, segundo a Federação das Escolas Waldorf no Brasil, "atualmente são mais de 70 escolas e jardins filiados e um número crescente de novas iniciativas que se espalham por todas as regiões brasileiras".
Na Proposta Educacional das Escolas Waldorf no Brasil é explicado que a “Pedagogia Waldorf concebe o homem como uma unidade harmônica físico-anímico-espiritual e sobre esse princípio fundamenta toda a prática educativa.
A partir de uma visão antropológica, a Pedagogia Waldorf abrange todas as dimensões humanas, que estão em íntima relação com o mundo, explica e fundamenta o desenvolvimento dos seres humanos segundo princípios gerais evolutivos que compreendem etapas de sete anos, denominadas setênios".
Você pode ler sobre os setênios, e o que é trabalho em cada um, aqui:http://www.sab.org.br/portal/pedagogiawaldorf/369-principios-pedagogia-waldorf
O processo de ensino-aprendizagem de uma escola Waldorf segue alguns princípios básicos de inspiração antroposófica*
A liberdade individual é a maior riqueza do homem.
A Antroposofia entende que o que distingue o homem dos outros seres da natureza é a sua capacidade de decidir sobre si mesmo e de fazer escolhas conscientes. O propósito de uma Escola Waldorf é, portanto, formar indivíduos em condições de zelar por sua liberdade, prontos a responder por suas decisões, de modo a garantir não apenas o seu bem-estar pessoal, mas sua contribuição ao mundo.
O ensino só pode ser vivo e luminoso se for livre
A aprendizagem que privilegia apenas o intelecto dificilmente atinge o ser humano por inteiro. As emoções e sensações que acompanham a experiência de aprender dão sustentação ao que é captado intelectualmente. Na Escola Waldorf, a expressão artística, presente em todas as áreas do conhecimento, favorece e possibilita essa integração, ao expor livremente os anseios humanos. Quando a informação é elaborada no intelecto (pensar), passa pelos órgãos dos sentidos (sentir) e determina uma vontade (agir), ela se transforma em conhecimento. Pensar, sentir e agir é o caminho da aprendizagem.
O ser humano atual é fruto de acontecimentos que remontam aos primórdios da humanidade
O homem reproduz em seu desenvolvimento a evolução da civilização humana. O currículo de uma Escola Waldorf acompanha e respeita esse tempo de crescer. O conteúdo é transmitido de acordo com a fase de desenvolvimento em que o aluno está, de modo que ele possa reconhecer dentro de si as experiências para as quais está pronto a viver. Ao entrar para a escola, a criança muito pequena é estimulada pela curiosidade, alcançando pouco a pouco o domínio da linguagem, da escrita, dos números e das ciências. Espera-se que, ao terminar o ensino médio, o jovem esteja, por fim, apto a se identificar com o homem contemporâneo.
*Fonte: Federação das Escolas Waldorf no Brasil
Texto retirado do blog abaixo :
https://www.noseodavi.com/blog/voce-conhece-pedagogia-waldorf/
Gostou? Você ainda pode assistir ao documentário “Waldorf: ensino e aprendizagem para além dos muros da escola”, produzido por Verônica Marchi Costa na Viver Escola Waldorf de Bauru.
Coral Vivo será a cor de 2019 de acordo com a Pantone.
Pantone revela a cor que mais se vai usar em 2019
Depois do Ultra Violet, a empresa norte-americana escolheu o número 16-1546.
Todas as roupas que tinha no armário e peças decorativas espalhadas pela casa na cor Ultra Violet são para guardar. A Pantone anunciou em dezembro passado que a cor que mais se vai usar em 2019, chama-se Living Coral (em português, Coral Vivo) e está associada ao número 16-1546.
Mais uma vez, a escolha da empresa norte-americana está relacionada com a atualidade. Em 2017, o Greenery foi escolhido para apelar às questões ambientais. Este ano, o Ultra Violet esteve relacionado com nomes como Prince, David Bowie e Kimi Hendrix e a imaginação que trouxeram à cultura pop.
Desta vez, segundo a vice-presidente do Pantone Color Institute, Laurie Pressman, trata-de se uma “reação ao ataque de tecnologia digital e redes sociais que se infiltram no dia a dia”.
“Com tudo o que está a acontecer hoje, estamos à procura de qualidades humanizadoras, porque estamos a ver a vida online a desumanizar muitas coisas. Estamos a olhar para as cores que alimentam e trazem conforto e familiaridade e que nos fazem sentir bem”, acrescenta.
Esta cor vem dos anos 50 e 60, em que estava muito presente em carros, acessórios e na moda. A cor também está relacionada com os corais que dão abrigo à vida marinha e que estão a morrer por causa do plástico que vai parar aos oceanos.
Há já 20 anos que os membros do Pantone Color Institute se reúnem para fazer uma análise das atuais e futuras tendências e decidem uma cor como mote para o ano seguinte, que acaba por influenciar todas as áreas.
Texto: Andreia Guerreiro
Nhoque de batata-doce.
Nhoque de batata-doce com molho de castanha e cogumelo.
Ingredientes
2 xícaras de Batata-doce cozida e amassada (em geral, duas unidades pequenas)
4 colheres (sopa) de farinha de arroz (rasas)
2 colheres (chá) de polvilho doce (para a massa)
2 colheres (chá) de polvilho doce (para o molho)
2 xícaras de leite de castanha-do-pará (bata 12 castanhas-do-pará com 2 xícaras de água no liquidificador por dois minutos)
100 cogumelo shiitake ou shimeji frescos
2 colheres (café) de óleo de coco
• sal rosa do himalaia a gosto
• pimenta-rosa aroeira a gosto
• noz-moscada a gosto
Modo de preparo
Prepare a massa
Em uma tigela, misture a batata-doce com 4 colheres de sopa de farinha de arroz, 2 colheres de chá de polvilho doce e sal rosa a gosto.
Modele os nhoques.
Em uma panela com 1 litro de água fervente, cozinhe-os até que subam à superfície.
Escorra e reserve.
Prepare o molho
Em uma panela, dissolva 2 colheres de chá de polvilho doce no leite de castanha frio.
Adicione a pimenta-rosa, o sal rosa e a noz-moscada e leve ao fogo, mexendo sempre, até engrossar, sem deixar ferver.
Reserve.
Prepare os cogumelos
Em uma frigideira, salteie os cogumelos no óleo de coco por dois minutos e tempere com sal.
Sirva os nhoques com o molho e finalize com os cogumelos.
Receita exclusiva da chef Alana Rox, autora do recém-lançado Diário de uma Vegana.