Obesidade infantil  não para de crescer

Índice de meninos obesos com idade  entre cinco  e  nove anos chega a 17% . Segundo especialista a obesidade na  infância tem a ver com a genética e ambiente familiar. 

Nenhuma criança aprende a tomar coca-cola ou comer biscoitos sozinha não é ? muitos pais por falta de tempo no dia- a dia acabam optando por  refeições mais " fáceis" , no entanto totalmente prejudicial a saúde e desenvolvimento da criança. 

 Imagem: Google 

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. Na última pesquisa realizada pela  Universidade de Sussex, na Inglaterra  mostrou que no geral 20% da composição da massa corporal (IMC) de meninos e meninas vem do pai e da mãe. Entre as crianças que estão sobre peso isso aumenta para 55% e 60%, o que comprova que mais da metade do risco de ser obeso depende da genética e do ambiente familiar. 

O estudo foi realizado com crianças  dos seguintes países:  Reino Unido, Estados Unidos , Indonésia, Espanha  e no México. A pesquisa ainda fala que foram analisados diferentes países  propositalmente  como Estados Unidos que tem  maior número de obesos e Indonésia e China países os quais a maioria da população é  magra. 

Mas o que fazer? 

Segundo os pesquisadores é necessário uma mudança de hábitos coletiva, começando dos pais. A obesidade infantil é reflexo da má alimentação, do exagero de fast food  e comidas prontas, a criança tende a seguir exemplos, como você quer cobrar do seu filho o que você não faz? O ambiente escolar também pode influenciar no tipo de escolhas dos alimentos, campanhas governamentais, esses são fatores que podem ajudar no combate a o problema.