Gucci, criticada por apropriação cultural

Gucci criticada de apropriação cultural.

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A marca de moda de luxo Gucci está sendo criticada por vender turbantes Sikh na Nordstrom. Críticos dizem que vender os turbantes, que custam quase US $ 800 cada, é uma apropriação cultural, especialmente porque aqueles que os usam como acessórios de grife não apreciam seu profundo significado religioso. "O turbante não é apenas um acessório de moda para monetizar, mas um artigo religioso de fé que milhões de sikhs em todo o mundo consideram sagrado", disse a organização Sikh Coalition, em um comunicado à NBC News.

O turbante, ou dastaar, é um acessório usado pelos siques como uma forma de identificar-se como membros de sua fé. A Gucci recebeu pela primeira vez críticas públicas pelos turbantes em fevereiro de 2018, quando os usou em um desfile durante a Semana de Moda de Milão.

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O uso que Gucci faz do turbante religioso não é a primeira controvérsia racista da marca. No início deste ano, a empresa parou de vender um suéter de lã que lembrava imagens de “blackface” depois que o suéter e a marca foram ridicularizados nas mídias sociais. A Gucci pediu desculpas pelo suéter, dizendo que "se desculpa profundamente pela ofensa causada", acrescentando que a marca estava "totalmente comprometida em aumentar a diversidade em toda a organização e transformar esse incidente em um poderoso momento de aprendizado para a equipe Gucci e além".

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